Dia de sol
No
meio das selva de pedra.
Estão
as cadeiras e os chopes gelados.
Alguns
com tempo de espera.
Outros
se vão apressados.
Mas
eles nos fazem sorrir.
Nos
fazem novamente crianças.
Nos
fazem sentir.
E
ter mais esperanças.
Nos
fazem esquecer,
dos
problemas do cotidiano,
nos
fazem perder.
O
precioso tempo dos seres humanos.
Só
transmitem alegria,
a
quem passa o dia.
Entre
uma sinfonia,
com
buzinas e correrias.
Estranha
a maneira como alguns agem...
Nos
sorrisos a maior recompensa,
outros
aos sombras carrancas fazem.
O
que sera que essa gente pensa?
E
no picadeiro da quinze o espetáculo continua!
Palmas,
sorrisos e contribuições...
Para
quem no palco da vida, sem medo atua.