terça-feira, 28 de janeiro de 2014

                                                    Inóspitos
As  vezes tentamos entender o porque da existência de algo tão complexo e ao mesmo tempo tão simples.
Simples se nos habituamos a vida cotidiana dos seres a nossa volta, seu mundo bitolado a reles existência de nascer, crescer, procriar e morrer...
Complexa se nos tornar mos críticos da vida e de nós mesmos, dessa maneira nula e materialista  e esse espaço entre esses dois lados ou opostos.
Quem ou o que será que os preenchem sofremos tanto para entender certas coisas que seriam tão simples se só tivéssemos q usar a lógica...
Mas não! A lógica foge a compreensão de mil variações contidas a uma só ação reação ou vertente!
O por que de tantas opções para somente um ato ou ação, talvez se eu me fizesse igual aos outros seria tão fácil, simplesmente  introduzir me a rotina...
Mas e daí essa ânsia esse desejo de saber mais, de ir mais longe que os outros, esse existência vulgar e  incrédula da raça humana..
 Essa dificuldade de expor os pensamentos  a seres parcialmente céticos a qualquer idéia que já lhes foi administrada desde a infância, como a mim também o foi!
Mas não sei eu me desviei do caminho, admirei coisas e situações, senti emoções alheias e indescritíveis  a nossa medíocre razão!
Só fragmentos é o que resta seqüenciados por vezes e outros isolados de qualquer lógica!
Mesmo assim sem nexo eles se interligam a nossa realidade, nosso existir por fim.
Na voracidade de conhecer mais....
Ultrapassei a barreira da razão, morri por incontáveis vezes, me perdi dentro de mim mesmo, numa imensidão de questionamentos! 
 
Isento das regras e leis difundidas para nossa proteção eles
nos temem como nós os tememos, pois somos o princípio ativo para a coexistência, um simples alimento para algo muito maior do que podemos sequer imaginar, e mesmo assim nos achamos a cúpula do existir de um medíocre existir...