Se o mundo me judia,
me bate,
me surra,
me humilha em arremate.
Reato!
Se o mundo talha,
o seu corte,
a navalhadas,
cicatriz na alma,
amputa-me os punhos.
Remendo!
Se o mundo profana-me,
a honra desce,
vão ao chão,
meus cacos.
Rebusco!
E se o mundo persistir,
e meu ser por ele se esvair,
só me resta dele rir,
simplesmente por que.
Renasço!